Em defesa dos direitos trabalhistas e revogação das medidas provisórias

 

Durante  a campanha eleitoral, Dilma Rousseff destratou seus adversários , acusando-os de que iriam governar para os banqueiros e atentar contra os direitos dos trabalhadores. Em menos de um mês Dilma adotou medidas de favorecimentos aos poderosos, os bancos e grandes empresas privadas, e que retira direitos dos trabalhadores. Enfim, é a demonstração de um governo antinacional, antipovo e a favor dos monopólios estrangeiros

 

 

 

 

  • Redução de 50% dos benefícios das viúvas, inclusive em morte do cônjuge por acidente de trabalho. Falecido deve ter 24 meses de contribuição à Previdência. Tempo mínimo de casamento ou união estável de 24 meses. Valor do benefício depende do número de dependentes e o prazo de pagamento varia com a idade.

 

 

 

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  • O pagamento de um salário mínimo para quem trabalhou 30 dias ou mais no ano  e que tinha recebido até dois salários mínimos  passa agora para quem trabalhou  seis meses e o pagamento será proporcional aos meses trabalhados

 

 
  • O governo elevou os juros no dia 21 de Janeiro para 12,25%. Após as eleições, Dilma elevou três vezes os juros, que somam 1,25 ponto percentual de aumento em três meses. Cada ponto de aumento dos juros representa R $ 28 bilhões  que são retirados dos cofres públicos para banqueiros. É o equivalente ao que é investido em um ano no programa Bolsa Família.

 

 


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  • A medida altera o prazo de carência de seis para dezoito meses para que os  trabalhadores requisitem o benefício pela primeira vez. No segundo acesso, 12 meses de trabalho nos últimos 16 meses anteriores  à demissão; e 6 meses a partir do terceiro acesso. Em uma situação de alta rotatividade no emprego, a nova regra fará com que mais de 60% dos trabalhadores demitidos sem justa causa fiquem sem o auxílio.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Restrição ao  seguro-desemprego do pescador artesanal. Agora, o pescador terá de comprovar a “ comercialização” de peixe. E o chamado “ mercado” como é que fica?

 

 

  

 

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  • O governo planeja aumentar em até  40% a tarifa de energia elétrica este ano. Em função da lambança promovida pelo atual governo, os apagões voltaram. Só em Janeiro, 10 estados e o Distrito Federal ficaram horas sem luz, incluindo hospitais.
 
  •  O auxílio era pago 15 dias de licença médica, com média de 80% dos maiores salários recebidos pelo trabalhador.  Agora, o auxílio passa a ser pago após 30 dias de afastamento. Valor a ser pago será igual ao teto da média dos últimos 12 salários.

 

 

 


 

  

  • Após aumentar tributos, Dilma vetou a correção de 6,5 % na tabela do Imposto de Renda (IR) das pessoas físicas para este ano, aprovada pelo Congresso Nacional em dezembro do ano passado. No lugar da correção de 6,5% o governo deverá publicar uma medida provisória corrigindo a tabela em 4,5 % um índice abaixo da inflação. Isso é um confisco salarial, uma vez que não repõe a inflação do ano passado.

 

  

 

 

 

  

 

 

 

 

 

 

 

  • Em Função do aumento da taxa básica de juros (SELIC) pelo Banco Central, a Caixa Econômica Federal elevou os juros para novos  financiamentos da casa própria, pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e pelo Sistema Financeiro Imobiliário (SFI).
   

 

  • Aumento de impostos para arrecadar R$ 20,63 bilhões para o superávit primários, para torrar com juros. Aumento de 5% a 7% na gasolina e no diesel. Aumento de 1,55 a 3% no Imposto de Operações Financeiras (IOF), dobrando o crediário do consumidor. Aumento de 9,25 % para 11,75% da alíquota do PIS/Cofins para importação.

  

 

 


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